A vocação sacerdotal é o maior presente que Deus pode
depositar nas almas. Do mesmo modo que chamou Pedro, São Tiago, João… e foi lhes
dizendo: ‘Vem e segue-me’, um dia Cristo fixou seu olhar em um jovem e disse:
‘vem que eu te farei pescador de homens’. Ninguém respondeu ao
sacerdócio por ação humana, mas porque o próprio Cristo no interior de suas almas
pronunciou seu nome e os convidou a segui-lo. É um convite a grandes coisas: o
que é melhor do que ser embaixador do próprio Deus?
O sacerdote ou padre – mais propriamente chamado de
presbítero – é escolhido e ungido para ser pastor do rebanho de cristo, exemplo
do Bom Pastor (Jô 10). Sinal da unidade eclesial, participa intimamente da
missão de cristo que é animar a comunidade, anunciar a palavra de Deus,
celebrar a Eucaristia e a reconciliação, e organizar os serviços da comunidade:
catequese, liturgia, pastoral da saúde, pastorais sociais, etc.
Os sacerdotes a exemplo de Cristo assumem a castidade,
obediência e pobreza, buscando o desapego dos bens deste mundo, o amor gratuito
e sem exclusividade e a libertação de ambições de poder e domínio.
Foi Deus que tomou a iniciativa sobre o novo rumo que as
vidas dos vocacionados tomarão. Porque não são os vocacionados que escolheram a
Cristo, mas sim foi Cristo quem, de uma maneira especial, escolheu-os para que
vão por todo o mundo e levem frutos de santificação e de autêntica vivência
cristã, e para que todos os frutos permaneçam como um sinal clarividente da
intervenção divina (Jo15, 16).
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